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Tudo começou em 2018 quando nós - Rafa, Vitória, Rafa e Marcella - quatro amigas joalheiras que estudavam e trabalhavam num mesmo ateliê - sentimos vontade e a necessidade de explorar materiais alternativos e escalas de produção diferentes do que estávamos acostumadas nas tradicionais bancadas de joalheria.

Buscando a ressignificação da jóia, em um cenário onde seu valor não é atrelado à preciosidade do material, mas sim à riqueza e relevância do processo de produção e criação, resultando em um produto com propósito. 

 

Já trabalhávamos juntas, nós quatro, em um mesmo projeto há tempo suficiente para saber que era isso o que queríamos e o que precisávamos. Um espaço nosso onde pudéssemos criar e construir aquilo que, despertado em nossas trajetórias particulares, sabíamos ser impossível construir sozinhas - aquilo ainda sem contornos definidos, forma objetiva, mas que já era um sonho nosso, de realização (con)juntas. 

 

Precisávamos de um nome… E em meio ao barulho dos motores, marteladas e fogo, soltávamos livremente aquilo que nos vinha na cabeça. Passamos horas fazendo isso, uma noite inteira. Nomes de bichos, nomes de lugares, nomes aleatórios… Levamos a brincadeira conosco para o jantar e para o sono. E então, talvez de um sonho, a Ma acordou com um nome na ponta da língua.

“E se… Medusa?” - soltou, no intervalo de uma martelada.

 

A Casa Medusa recebeu esse nome porque - sim, todas nós temos um interesse nas simbologias e misticismos mitológicos -  acreditamos na relação entre símbolos e novas possibilidades de linguagem para o mundo real.

 

Medusa, na Mitologia, era uma das três belíssimas e imortais irmãs górgonas, filhas de Fórcis e Ceto. 

Ainda jovem, foi sacerdotisa do templo de Atena, deusa da sabedoria e das estratégias de batalha. 

A beleza de Medusa acabou chamando a atenção de Poseidon, que por sua vez a estuprou dentro do templo da deusa. Sentindo-se ultrajada, Atena transformou a jovem na figura que hoje conhecemos.

Além de perder sua imortalidade, Medusa virou uma criatura com cabelos de serpentes, mãos e pés de bronze frio e pesado, e olhos que transformavam em pedra qualquer um que olhasse para o seu rosto.

Isolou-se no extremo ocidente e lá permaneceu por muitos anos, até o dia de sua morte, causada por Perseu. O semideus, filho de Zeus, tinha um escudo polido com o qual conseguiu decapitá-la olhando apenas seu reflexo.

Seria essa uma narrativa de herói x vilão? Ou seria Medusa um monstro por ser prisioneira de uma narrativa sistêmica que deve ser recontada e reavaliada?

De monstra maligna nas representações clássicas para símbolo de luta feminista no século XX, Medusa é um exemplo de como novas narrativas são necessárias para se criar e ressignificar símbolos.
Com símbolos criamos linguagem, e com linguagem construímos e representamos o mundo material: a realidade.

E foi assim, na vontade de transformar a nossa realidade particular, que surgiu a Casa Medusa. Esperamos que dessa nossa ressignificação interna, essência do nosso trabalho, possamos materializar histórias, resgatar símbolos e mundos presentes em objetos preciosos que criem pontes entre nós, iluminando em você os símbolos necessários para (re)criar a realidade que você deseja.

o que entregamos

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medusa todo dia

Linhas autorais de jóias e acessórios criadas por nós.

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Peças autorais criadas por nós para setores como decoração, figurinos, publicidade, entre outros.

medusa inovação

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collabs

Criamos e desenvolvemos peças em parceria com amigos artistas de outros segmentos da arte.